quarta-feira, 17 de julho de 2013

SELEÇÃO BRASILEIRA À MODA DA CASA


Nosso time está de férias e eu entrei um pouco no clima dos campeões. É, CAMPEÕES! E ainda, em cima da “temida” Espanha. Foi bom, foi muito bom. Conquistamos, no fim de Junho, mais uma taça. Tetras! E melhor ainda, vimos à seleção crescer. Aquela que levantou a taça não foi à mesma vaiada em Belo Horizonte, no amistoso realizado em Abril contra o Chile. Crescemos na competição, com jogadores soltos e entrosados, torcida animada, e o clima todo a nosso favor.
Mas quero falar sobre duas figuras principais. Primeiro o craque (eterno) da Vila Belmiro, Neymar dos Santos Junior, que silenciou tanta gente, tantas criticas e fez um belo trabalho, com gols e passes que só quem tem no sangue um belo futebol faz. Não é à toa que levou o título da competição, a Bola de Ouro, sendo também decisivo no jogo contra a Espanha.
O destaque, porém, ficou para o 12º jogador, Luiz Felipe Scolari. O técnico, que retornou à Seleção após um período sem resultado em outras equipes, chegou tranquilo, desacreditado por muitos, mas mostrou que o trabalho foi feito. E bem feito. Administrou a pressão de jogar em casa, e passou isso para os jogadores. Administrou criticas com poucas palavras como se nos dissesse: Fique atento e observe. De expressão sempre séria, o sorriso depois da vitória, disse muito. Eu, por exemplo, critiquei, mas fui a primeira a reconhecer todo trabalho do Scolari, da Seleção. É preciso admitir que estamos no caminho certo. Vê-los jogar é uma alegria. Hoje mais.
No dia 14 de Agosto, Felipão e seus jogadores retornam a campo, na Suiça, para um amistoso. Já pensando em 2014, na Copa do Mundo onde todos os olhares estão, o time vai se encontrando e vencer a Copa das Confederações nos deu uma esperança, aquela certeza que o nosso futebol vive, unidos pela mesma paixão. Somos uma fábrica de craques, futebol que vem de berço, a natureza de um brasileiro.
No mais, Felipão vai continuar o belo trabalho. Você acredita? Eu, muito.


(por Nayana Peres, 26 anos, entende e tem paixão pelo futebol com sua visão feminina crítica e inteligente. Escreve semanalmente no AL MANAK FC)

2 comentários:

Adriano Oliveira disse...

Concordo. Porém, temos que entender que na Copa do Mundo a pegada será outra. Não vai ser na mesma toada que a Copa das Confederações. Acredito que a Espanha mostrou até um certo desinteresse no torneio que passou, mas que continua como favorita na Copa. Muito bom o texto, parabéns!!

Nayana A. Peres disse...

Sem dúvida. O nível da Copa do Mundo é outro, mas acredito que valeu todo o "treino". Obrigada pelo espaço. E o blog é incrível.
Beijos! ;)